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Segunda Guerra Mundial

1. INTRODUÇÃO

Conflito mundial que começou em 1939 com um confronto militar europeu entre a Alemanha e a coalizão franco-britânica, mas que se estendeu até afetar a maioria das nações. Após sua conclusão em 1945, emergiu uma nova ordem mundial dominada pelos Estados Unidos e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Foi um conflito único pela violência dos ataques lançados contra a população civil e pelo genocídio realizado pela Alemanha nacional-socialista. Foram empregadas duas armas radicalmente novas: os foguetes de longo alacance e a bomba atômica.

 

2. AS CAUSAS DA GUERRA

O Tratado de Versalhes, que encerra a Primeira Guerra Mundial, fora altamente danoso para a Alemanha, que teve de entregar parte de seu território, equipamentos, e pagar indenização. De fato suas cláusulas, sob vários aspectos humilhantes para os alemães reacenderam a chama do nacionalismo germânico e contribuíram decisivamente para o surgimento do "revanchismo alemão".

A Liga das Nações, formada para manter a paz, não cumpriu sua tarefa e esvaziou-se (Alemanha, Itália, EUA e URSS dela se retiraram).

Quando dolorosamente e com grandes sacrifícios, as economias européias e a burguesia capitalista estavam se refazendo do pós-guerra, os Estados Unidos, sofreram um inesperado golpe, em 1929. Com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em outubro de 1929, os investidores atemorizados, tentaram livrar-se dos pápeis, originando uma verdadeira avalanche de ofertas de ações, que de derrubaram velozmente os preços, arruinando a todos. A consequência da crise foi um grande desemprego, especialmente nos EUA e Alemanha. Diante disso, cada páis pôs em prática uma série de medidas individuais para tentar salvar-se da situação, sem compreender que, ante um problema mundial, nada resolveria em escala nacional.

Os EUA reeerguerram-se através de controles governamentais e financiaram a recuperação européia. Mas a Alemanha, Itália e Japão, sem os recursos naturais dos americanos e russos, adotaram uma política expansionista, em busca de mercados e matérias-primas para fortalecer sua economia. Essa política agressiva de expandir territórios foi marcada por acontecimentos, tais como:

 

2. AS CAUSAS IMEDIATAS DA GUERRA

As causas imediatas, podemos buscá-las na Alemanha nazista. Hitler estava construindo uma grande Alemanha. A grande Alemanha seria a união de todos os países que falassem a língua alemã ou tivessem origem germânica.

Em 1936, a Alemanha estava refeita da Primeira Guerra Mundial, aumentou seus exércitos, marinha e aeronáutica. Ela possuía carvão, borracha e gasolina, materiais indispensáveis para sustentar a guerra.

A Guerra Civil Espanhola (1936-1939) deu a Hitler e Mussolini, associados ao militar golpista espanhol Francisco Franco, condições de testar seus novos armamentos e cabar com a nova República Socialista Espanhola. Esse conflito resultou em mais de um milhão de mortos e consolidou a aliança Hitler-Mussolini, chamada Eixo Berlim-Roma.

Em 1938, Hitler invadiu a Áustria e não houve resistência por parte dos austríacos.

Ele permitiu que o povo votasse através de um plebiscito, onde se confirmou a união da Áustria com o Terceiro Reich. Estava consumado o Anschluss, ou seja, a união da Áustria e países do Reno com o Terceiro Reich.

Continuando a política do Anschluss, Hitler anunciava que tomaria a região dos Sudetos (região montanhosa da Tchecoslováquia), onde habitavam minorias germânicas.

A Tchecoslováquia aliou-se à França e à União Soviética. Era iminente a guerra.

Mussolini reuniu as potências do Ocidente para, pacificamente, resolverem a questão. Realizou-se a Conferência de Munique (29 a 30 de setembrop de 1938). O acordo assinado entre França, Itália, Inglaterra e Alemanha determinava que a Tchecoslováquia entregasse a região dos Sudetos para Hitler.

Hitler não temia a Inglaterra, nem a França, porém era necessário precaver-se contra a Rússia. Por isso, em agosto de 1939, Hitler assinou com a Rússia um Pacto de Não-Agressão. Por esse pacto, a Rússia ficaria com parte da Polônia e também passaria a ter liberdade de expandir seus territórios.

O fato de o Japão também continuar invadindo a China chamou a atenção dos alemães, que aca-baram convidando-o para formar um novo Eixo Roma-Berlim-Tóquio.

Porém, Hitler continuava sua política expansionista e seu objetivo agora era a Polônia. Ele estava interessado no corredor polonês (importante área por onde escoavam mercadorias) e também em Dantzig (faixa de território polonês que dava para o mar).

Em 1.º de setembro de 1939, Hitler deu continuidade ao seu jogo expansionista, invadindo a Polônia. Inglaterra e França, de acordo com os compromissos públicos assumidos, reagiram, iniciando-se então a Segunda Guerra Mundial.

 

3. A PRIMEIRA FASE DA GUERRA (1939-1941)

A) A guerra relâmpago

A Inglaterra, como aliada da Polônia, declarou guerra à Alemanha no dia 3 de setembro de 1939. Nesse mesmo dia, a França também declarou guerra à Alemanha.

Em 1940, entretanto, Hitler iniciou a Blitzkrieg (guerra relâmpago), que consistiu em ataques maciços com o uso de carro blindados (divisões panzer), da aviação (Luftwaffe) e de navios de guerra.

Começava a se instaurar na Europa o domínio do nazismo. Argumentado que pertenciam a uma raça superior, os alemães passaram a perseguir também outros povos dentro de seu território. As principais vítimas foram os judeus, que ao longo da guerra foram sendo dizimados em campos de concentração onde sofreram imagináveis torturas.

Para garantir o envio de ferro sueco à indústria bélica alemã, Hitler planejou dominar os países do mar Báltico: a Noruega e Dinamarca.

No dia 9 de abril de 1940, numa operação naval e aérea combinadas, os alemães dominaram rapidamente a Dinamarca. Os dinamarqueses, tomados de surpresa, não resistiram.

Entre os dias 9 de abril e 10 de junho, a Alemanha conquistou a Noruega.

O alto comando alemão, sob direção de Hitler, retomou o velho plano de von Schlieffen: invadir a Bélgica e a Holanda e, a partir daí, formar uma pone para invasão da França. Pretendia-se fazer o que não havia dado certo em 1914, pois as forças francesas na I Guerra conseguiram deter o avanço alemão.

Os exércitos ingleses que tinham desembarcados na França foram derrotados pelos alemães e obrigados a se retirarem para Inglaterra, em completa desorganização e com enorme perda material e de homens (retirada de Dunquerque). Os alemães estavam a um passo do canal da Mancha e da Inglaterra.

A queda da Holanda e da Bélgica acabou ameaçando diretamente a Inglaterra, fato que desencadeou uma crise ministerial. Chamberlain, ministro do Apaziguamento, demitiu-se do cargo, subindo em seu lugar o combativo conservador Wiston Churchill.

O ataque da Alemanha à França começou no dia 5 de junho de 1940. Dias depois, a Itália também declarava guerra à França, entrando no conflito.

O irresistível avanço nazisa alcançou a França, ocupando Paris em 14 junho de 1940. O primeiro ministro, o marechal Pétain, assinou a rendição francesa na cidade de Vichy, embora a metade sul do país permanecesse resistindo às forças alemãs.

O governo nazista francês ficou sob a presidência do marechal Pétain; o governo de resistência, sob o comando do general De Gaulle.

Na França nazista, no alto da torre Eiffel, tremulou a bandeira nazista.

A Inglaterra revoltou-se, pois sabia que seria um modo fácil de os alemães penetrarem em seu território pelo Canal da Mancha.

B) A batalha da Inglaterra

Com a derrota e a ocupação da França pelos nazistas, a Inglaterra encontrava-se agora sozinha contra a Alemanha. Hitler elaborou um plano para tomar a Inglaterra: atacá-la com a força aérea até a rendição final. Em agosto de 1940, começaram os bombardeios alemães contra as cidades inglesas. Os que mais sofreram foram os civis. Londres foi bombardeada dia e noite.

Os alemães não acreditavam na possiblidade de os ingleses conseguirem se defender. Mas a força aérea britânica (RAF) era muito superior à Luftwaffe (força aérea alemã) e as bombas V-1 e V-2. Com o auxílio de radares mais sofisticados, os ingleses repeliram, em grande parte, os ataques alemães. No primeiro grande combate, os alemães perderam trinta aviões, enquanto os ingleses não perderam nenhum.

A Inglaterra resistia sozinha ao peso da guerra, até que, em 1941, a Alemanha invadiu a URSS, abrindo uma nova frente da guerra.

A Itália invadiu o norte da África e a Grécia. Tendo fracassado nas duas tentaivas, os italianos foram socorridos por Hitler, que ergueu a bandeira nazista na Grécia e no norte da África.

Na África, os italianos, ainda querendo melhorar sua imagem, atacaram, sem êxito, o Egito (setembro de 1940) a partir da Líbia. No início de 1941, Hitler, enviou à Líbia o general Erwin Rommel e começaram as famosas campanhas no deserto do norte da África.

Hitler incluiu a Romênia e a Hungria na aliança do Eixo em novembro de 1940; a Bulgária se uniu em março de 1941. Quando a Iugoslávia se negou a aderir ao Eixo, Hitler ordenou a invasão desse país. A Iugoslávia ofereceu forte resistência, mas acabou caindo sob o domínio alemão em abril de 1941.

 

4. A SEGUNDA FASE DA GUERRA (1941-1945)

A) "A vez da URSS"

No dia 22 de junho de 1941, os exércitos alemães, tendo como aliados húngaros, finlandeses, búlgaros e italianos, invadiram a URSS. Estava rompido o Pacto de Não-Agressão.

As três regiões visadas pelos nazistas eram Leningrado ao norte, Moscou no centro e Stalingrado ao sul, as mais populosas, mais industrializadas e mais ricas de toda a URSS.

Ninguém duvidava da superioridade alemã. De fato, no início, os alemães conquistaram a zona do Báltico e parte da Ucrânia. Eles cercaram Leningrado e se preparavam para o ataque a Moscou, mas os soviéticos utilizaram o sistema de guerrilhas, desgastando o exécito.

Os russos conseguiram sua primeira vitória, com o inimigo já nas proximidades de Moscou, sede do governo soviético, e em dezembro os alemães haviam sido empurrados 400 km distantes daquela capital. O rigoroso inverno de 1941 contribuiu, em parte, para que o Exército Vermelho resistisse.

A vitória dos russo recebeu o nome de Batalha de Stalingrado, que pôs fim ao mito da invencibilidade alemã. Os russos receberam auxílio dos norte-americanos.

B) Os EUA entram na guerra

Desde março de 1941, os Estados Unidos haviam assumido a posição contrária ao Eixo, ajudando materialmente a Inglaterra e a França. Em agosto, o presidente norte-americano Franklin Roosevelt assinou com o primeiro-ministro inglês Churchill a Carta de Atlântico, selando a solidariedade entre Inglaterra e Estados Unidos.

Foi em decorrência do choque com o expansionismo japonês que os EUA tornaram a guerra global. Em 1936, o Japão havia entrado no Pacto Anti-Komintern e em 1940 aderiu à aliança das potências do Eixo. Em 1941 iniciava-se a guerra com a China e o subseqüente avanço japonês sobre os territórios da Malásia e Indonésia, ricos em matérias-primas.

Na manhã de 7 de dezembro de 1941, as forças combinadas de mar e ar do Império japonês atacaram de surpresa a base militar americana de Pearl Harbour, no Havaí, e continuaram avançando pelo pacífico. A frota americana sofreu graves perdas. EUA e Grã-Bretanha declararam guerra ao Japão.

O conflito se tornara mundial. De uma forma ou de outra, quase todos os países entraram na guerra. Muitos diretamente, como o Brasil, que declarou guerra ao Eixo em 1942. Outros indiretamente, fornecendo matéria-prima para os americanos. Esse fato ajudou os EUA na luta contra as potências do Eixo: quatro dias depois de iniciada a guerra entre americanos e japoneses, a Alemanha e a Itália declararam guerra aos EUA.

Até maio de 1942, o Japão conseguiu conquistar uma área de 4 milhões de Km2 e uma população de 150 milhões de pessoas. As forças japonesas tomaram a Malásia, as Filipinas, Hong Kong, a Birmânia e incontáveis ilhas no oceano Pacífico. Esse fato valeu ao Japão o fornecimento de matéria-prima e mão-de-obra necessárias para o prosseguimento da guerra. Os japoneses tentaram também ampliar o domínio sobre a China, mas o Exército de Libertação, comandado por Mao Tsé-tung, resistiu tenazmente.

Somente a partir de maio de 1942 os EUA começaram a recuperar os terrenos perdidos.

 

5. A GRANDE VIRADA (1942-1944)

A) A mudança no rumo da guerra

O verão de 1942, os caminhos da guerra começaram a mudar em todas as frentes.

No dia 28 de janeiro de 1942, o Brasil rompia relações com os países do Eixo. Em agosto de 1942, navios brasileiros, como Araquara, Aníbal Benévolo, Itajiba, Baependi e Araras, foram torpedeados por navios alemães dentro de nossas águas teritoriais. Isso porque o Brasil continuava abastecendo a França e a Inglaterra.

No dia 22 de agosto, Getúlio Vargas declarou guerra ao Eixo.

No final de 1942, os japoneses foram derrotados pelos americanos nas batalhas do mar de Coral e das ilhas Midway. Tropas americanas conseguiram desembarcar em Guadalcanal (ilhas Salomão), barrando a ofensiva japonesa em direção à Austrália.

No norte da África, as forças de Rommel foram derrotadas pelo general inglês Montgomery na batalha de El-Alamein, na Líbia.

Na frente oriental, os alemães, comandados pelo general von Paulus, tentaram tomar a cidade de Stalingrado a qualquer custo. Eles já haviam invadido grande parte da cidade, mas ainda existiam focos de resistência.

Mas, em janeiro de 1943, o Exército soviético se organizou, deslocando tropas para cercar a cidade invadida. Os alemães viram-se acuados por todos os lados. Em fevereiro, depois de perderem trezentos mil soldados, os alemães se renderam.

Daí em diante, a iniciativa dos avanços seria do Exército soviético.

B) 1943: o ataque aliado à Itália

A URSS havia se aliado aos ingleses e americanos na luta contra a Alemanha nazista. Nessas condições, pedia insistentemente que abrissem mais uma frente da batalha no Ocidente para aliviar a frente oriental. Mas isso só ocorreria em 1944.

Em vez de uma grande invasão na frente ocidental, os aliados preferiram começar as operações invadindo a Itália.

Os exércitos americano e inglês tiveram que tomar, primeiramente, grande parte do norte da África, que ainda estava nas mãos dos alemães e italianos, para servir de base quando fossem invadir a Itália.

O Brasil partiu para Itália em auxílio dos americanos, com a FEB (Força Expedicionária Brasileira), sob o comando do general Mascarenhas de Morais. Os brasileiros tiveram vitórias em Monte Castelo, Motese, Collechio Fornuovo.

Em julho de 1943, as tropas dos aliados desembarcaram na Sicília e começaram um avanço em direção a Roma, onde havia se organizado um grande movimento de resistência contra as forças nazistas e facistas. Mussolini foi deposto e substituído por um general chamado Badoglio, que declarou rendição incondicional. Ao mesmo tempo, Mussolini, auxiliado pelos alemães, tentou organizar um governo fascista no norte da Itália, mas, no início de 1945, caiu prisioneiro de guerrilheiros comunistas e foi executado.

O governo soviético queria que seus aliados abrissem uma frente mais importante na parte ocidental. Assim, Stálin, chefe do governo soviético, Churchill, chefe do governo inglês, e Roosevelt, presidente dos EUA, reuniram-se em Teerã, em 1944, onde acertaram a abertura, no norte da França.

C) O final da Alemanha de Hitler

Os movimentos de libertação como a Resistência Francesa já tinham preparado o caminho para que os aliados pudessem começar o ataque no norte da França.

Os membros da Resistência Francesa sabotaram estradas, destruíram pontes e postes telegráfi-cos, enfraquecendo, dessa forma, as possibilidades de um contra-ataque mais forte por parte dos alemães.

A invasão da França começou na madrugada do dia 6 de junho de 1944, que ficou conhecido como o Dia D. As tropas americanas e inglesas, lutando contra os laemães, avançaram até chegar a Paris, que já estava parcialmente libertada pelas forças de Resistência.

A Bulgária capitulou em setembro de 1944.

Hitler e alguns auxiliares refuguaram-se em Berlim.

No dia 30 de abril de 1945, Hitler suicidou-se. Os russos tomaram a cidade no dia 2 de maio.

Nos dia 7 e 8 de maio, o que restou do alto comando alemão assinou, diante de americanos e soviéticos, documentos de rendição incondicional. A guerra terminara na Europa, mas prosseguia no Pacífico.

D) A rendição do Japão

As tropas americanas se dirigiram ao Pacífico. O general americano MacArthur foi reconquista-ndo os arquipélagos do pacífico. Em fevereiro de 1945, entrou vitorioso em Manila (Filipinas).

O Japão esava a ponto de ser derrotado. Usou em sua Força Aérea os pilotos suícidas kamikazes. Esses pilotos eram suícidas voluntários, que se lançavam com seu avião carregado de bombas sobre os navios norte-americanos, para destruí-los.

Com o argumento de que os japoneses jamais se renderiam, os americanos decidiram lançar duas bombas atômicas sobre o Japão, a primeira em 6 de agosto de 1945, sobre Hiroxima, e a Segunda no dia 9 de agosto de 1945, sobre Nagasaki. Morreram mais de 100 mil pessoas.

O Japão não teve outra alternativa senão render-se incondicionalmente aos americanos, em setembro de 1945.

A II Guerra Mundia havia acabado.

 

6. CONSEQÜÊNCIAS

 

Links:

Arquivos de Guerra: Setecentas imagens registrando a propaganda alemã durante a II Guerra Mundial. Quatro índices temáticos, cronológico, geográfico e de personalidades sobre acontecimentos marcantes vividos durante o período de Guerra. http://www.ina.fr/Archives/Guerre/

Museu WWW da Bomba Atômica: Site em inglês localizado no Japão sobre os bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki e seus efeitos devastadores. Documentos e links sobre a guerra atômica e busca da paz mundial. http://www.csi.ad.jp/ABOMB/index.html

Segunda Guerra Mundial: 69 páginas de história, 11 biografias, 24 descrições de armamentos, 103 fotos de época. http://www.na.com.br/biblioteca/2Guerra/

50º Aniversário do Plano Marshall: O Plano Marshall, 50 anos depois. Estatísticas, gráficos, todos os dados macroeconômicos da Europa ocidental e oriental desde o fim da II Guerra Mundial. Evolução do Produto nacional, nível de desemprego, inflação, balança comercial, gastos público. http://www.oecd.org/about/marshall/